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"Saúde"

Câncer de pele é o de maior incidência no Brasil

O câncer de pele não melanoma é o de maior incidência no Brasil. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer, em 2006 devem surgir 55.480 novos casos em homens e 61.160 mil em mulheres. O índice de mortalidade é baixo e a taxa de cura completa da doença é elevada, no entanto, o câncer de pele pode causar deformidades físicas e ulcerações graves.

Segundo o cirurgião plástico da clínica Vitalmax, João Guilherme Vasconcelos, o câncer de pele não melanona, que pode ser classificado como carcinoma basocelular ou carcinoma espinocelular têm maior incidência ¿ principalmente o primeiro -, mas são menos agressivos que o melanoma.

As causas do câncer de pele estão relacionadas a fatores genéticos e principalmente a exposição excessiva ao sol, especialmente em horários de pico, entre 10h e 16h, e também a falta do uso de protetor solar no dia-a-dia.

A maior incidência de câncer de pele é em pessoas com mais de 35 anos e/ou com pele clara. Mas isso não significa que os mais jovens não correm risco. "Pessoas que tiveram grande exposição solar durante a infância e adolescência também têm mais chances de desenvolver câncer de pele. Principalmente as que tiveram queimaduras solar com bolhas", alerta o médico.

O tratamento desse tipo de câncer é relativamente fácil, segundo o cirurgião plástico. Quando é feito o diagnóstico da doença, o procedimento adotado é a retirada da lesão, mas dependendo da parte do corpo em que está localizada, pode se tornar ainda mais grave, como por exemplo, se a lesão ocorrer na pálpebra.

De acordo com Vasconcelos, estão sendo realizadas pesquisas de um novo tratamento de câncer de pele feito com medicamento tópico ¿ uma espécie de pomada usada diretamente na pele. Mas ainda não há nenhuma comprovação de sua eficácia.

Melanoma

Casos de melanoma são menos freqüentes que os outros tumores de pele, porém a letalidade dessa doença é elevada. No entanto, há possibilidade de cura quando o melanoma é detectado em seu estágio inicial.

"É um tipo de câncer muito agressivo, que exige uma atenção maior. Quando um tumor é detectado o tratamento consiste desde a retirada do tecido em volta do tumor, e em casos mais graves, a retirada de todos os gânglios", relata o cirurgião plástico João Guilherme Vasconcelos.

Em países desenvolvidos a sobrevida média estimada de quem tem melanoma, em cinco anos, é de 73%, enquanto que, para os países em desenvolvimento a sobrevida média é de 56%. A média mundial estimada é de 69%, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer.

Como identificar lesões que podem se transformar em câncer de pele

  • Feridas que não cicatrizam;
  • Aumento do tamanho de pintas;
  • Pintas que causam coceira e sangram;
  • Pintas com bordas e coloração irregular com lesões em volta.
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    Fonte: http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI953763-EI1497,00.html